sexta-feira, 11 de agosto de 2023

 Kizomba: Danza della Vita, Rimedio contro Stress e Ansia (Parte 1)

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Diamoci l'opportunità di danzare, di liberare l'anima e di trovare, nel ritmo della Kizomba, un rifugio sicuro contro lo stress e contro l’ansia.











https://www.pacavira.com/2023/08/11/kizomba-danza-della-vita-rimedio-contro-stress-e-ansia-parte-1/

sábado, 19 de maio de 2012

Líbia/Colonização 2012: Após a guerra humanitária cada zona pede independência. MAS QUAL DEMOCRACIA? http://t.co/ZXj21Ks8

Líbia/Colonização 2012: Após a guerra humanitária cada zona pede independência. MAS QUAL DEMOCRACIA? http://t.co/ZXj21Ks8

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sabedoria Popular 2012: Mulheres são como maçãs em árvores.

As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,
que não são boas como as do topo,
mas são fáceis de se conseguir.

Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas,
quando na verdade, eles estão errados...


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domingo, 15 de janeiro de 2012

Addio alla buona cultura: Dieci motivi per non aprire una casa editrice in Italia

Visto che questo genere di post sta attirando molte attenzioni, sono lieto oggi di dare un terzo contributo alla causa attraverso il presente guest post.
L'autore è Luca A.Volpino, responsabile editoriale della Wild Boar Edizioni, che si occupa anche di giochi di ruolo, ponendoli in stretta relazione con la letteratura di genere.
Il decalogo di Luca, dieci motivi per non aprire una casa editrice, ci proietta dall'altro lato della cortina, giusto per confermare il più classico proverbio sul rovescio della medaglia.
Ammettiamolo: molti aspiranti scrittori (e molti scrittori già affermati) sono delle vere lagne, dei palloni gonfiati che credono di essere unici interpreti dell'Arte Massima e Unica. Avere a che fare con loro può essere estenuante, specialmente per un editore
Ancor più estenuante è confrontarsi con un certo tipo di concorrenza.
Insomma, ne leggerete delle belle…

DIECI MOTIVI PER NON APRIRE UNA CASA EDITRICE

Tanto non ci guadagnerete. Inutile guardare con occhioni luccicanti quei due o tre che, negli ultimi 10 anni, sono passati da "piccoli editori" a "grandi editori" grazie a una botta di culo, a un autore azzeccato o magari alla loro bravura. Fateci caso: appena hanno potuto, TUTTI hanno venduto la loro casa a un grosso gruppo editoriale.

Gli autori italiani sono dei rompicoglioni. A parte qualche serio professionista (che, tanto, è già pubblicato da una qualche grossa casa…) avrete a che fare con ragazzine brufolose che cercano di piazzare la loro tri-penta-decalogia fantasy con gli splendidi (barrare la casella): Elfi [] Vampiri [] Personaggi della loro serie manga preferita []. E peggio ancora, spesso queste ragazzine brufolose sono maschi.

Dichiarare di essere editore equivale a chiedere di essere molestati intellettualmente, come dichiarare di essere superdotato in un raduno di ninfomani. Grossomodo 5 italiani su 6 scrivono, hanno scritto o hanno un amico che scrive – "ma bravo eh!". E ti chiedono di pubblicare. E se non lo fai vedi (5).

Dovrete fare un altro lavoro, un lavoro "vero", per mantenervi. Solo che fare l'editore occupa un casino di tempo, proprio tanto. Se riuscite a stare tre giorni senza dormire, ok. Altrimenti lasciate perdere.

Sarete editori. Ovvero quelli che appartengono al Malvagio Sistema che Pubblica Solo gli Amici (e, al limite, gli Amici degli Amici). Ci sarà gente disposta a criticarvi perché "a pag. 3.423 dell'edizione italiana del libro avete spostato la virgola in una frase. Ci sarà gente che, non trovando altro, vi chiederà come mai le immagini del vostro libro illustrato sono ridotte dello 0,003% rispetto a quello americano, affermando che questo "impedisce di godere appieno il libro".

Vi verrà un fegato così a vedere le cosiddette "associazioni culturali con diritto d'edizione" che pubblicano libri, come voi, ma che non pagano nemmeno la metà dei balzelli che pagate voi. Certo, loro non hanno "scopo di lucro", voi sì – ma fidatevi, rimarrà uno scopo irraggiungibile comunque.

Vi farete tanti, tanti, taaaanti nemici – soprattutto tra la gente che avrete aiutato. Magari, mossi da sincera convinzione che "più siamo meglio stiamo", aiuterete qualcuno ad aprire una nuova casa editrice, gli presenterete tipografi e scrittori. Poi vi troverete coloro che avete aiutato saltarvi alla gola sui forum, perché voi siete "editori vecchio stile" mentre loro representano il nuovo che avanza…

Non riuscirete a smettere. "Ancora un libro, poi si chiude." Oppure: "Se quest'anno non vendiamo almeno tot, basta.". Ok. Ci credete davvero che chiuderete? Leggetevi La Coscienza di Zeno…

Andrete in rovina. A meno che il vostro lavoro "normale" non produca redditi pari al bilancio del Dubai, userete tutti i vostri soldi per "tappare" i buchi della casa editrice. E, se l'avete aperta con degli amici, presto avrete amici in meno.

Ogni anno, a gennaio, vi verrà una botta di depressione perché "Lo avevo detto io, l'anno scorso, che bisognava chiudere, ma i miei soci me lo hanno impedito…" Salvo poi ricordarvi che non avete soci.

Source: Plutonia Experiment



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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Governo de José Eduardo dos Santos se empenha na organização e realização de eleições transparentes

Luanda – 26/12/2011 - O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, promulgou a Lei Orgânica que estabelece os princípios e as regras estruturantes para as Eleições Gerais, as quais irão ocorrer no próximo ano.

jose eduardo dos santos pr de angola De acordo com o referido Diploma, compete ao Presidente da República convocar e marcar a data das Eleições Gerais, depois de ouvida a Comissão Nacional Eleitoral e o Conselho da República. O escrutínio deve, então, ser convocado até 90 dias antes do termo do mandato do Presidente da República, e dos Deputados da Assembleia Nacional, e realizam-se até 30 dias antes do fim do mesmo.

A nova Lei Orgânica estipula também que o registo eleitoral dos cidadãos é “condição indispensável para o exercício do direito de votar” e este exercício constitui “um dever cívico, pessoal, presencial e inalienável” de todos os eleitores angolanos. Segundo as palavras do Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, o processo fixa as bases legais para a “organização e realização de eleições transparentes, livres, credíveis e, portanto, justas”.

O Presidente da República referiu, ainda, que a aprovação da Lei Orgânica das Eleições Gerais pela Assembleia Nacional, bem como a adopção do Programa Geral de Actividades com vista à realização do Censo Geral da População, em 2013, constituem “factores relevantes para a vida nacional” e para a transparência do sistema eleitoral.

No âmbito da definição do novo pacote eleitoral, o Conselho da República recomendou, no passado dia 19 de Dezembro, a realização das primeiras Eleições Autárquicas em 2014. Reunido no Palácio Presidencial da Cidade Alta, na sua 29ª sessão, o órgão de consulta política do Presidente da República optou pelo agendamento das primeiras eleições autárquicas em 2014, tendo em conta a realização de Eleições Gerais já em 2012 e a conclusão do Censo Geral da População em 2013.

O Conselho da República considerou, ainda, positivos os resultados alcançados na primeira fase do processo de actualização geral do registo eleitoral e deu também parecer favorável à realização da segunda fase do processo, no período compreendido entre os dias 5 de Janeiro e 15 de Abril de 2012.

Até ao momento, a actualização geral dos Cadernos Eleitorais, cuja primeira fase decorreu entre 29 de Julho e 16 de Dezembro, teve um saldo de 489.159 novos eleitores registados e a confirmação de 4.751.553 eleitores que constavam já nos cadernos eleitorais, perfazendo um total de 5.240.712 eleitores angolanos.

Via | Casa Civil | Gazeta de Luanda

Fundo Monetário Internacional reconhece os avanços da economia angolana

Luanda – 23/12/2011 - O Fundo Monetário Internacional (FMI) atribuiu nota positiva ao desempenho da economia angolana e ao trabalho desenvolvido pelo Executivo de José Eduardo dos Santos no que concerne à estabilidade macroeconómica de Angola e à consolidação do sistema financeiro.

De acordo com o Relatório apresentado em conferência de imprensa pelo representante residente do FMI no país, Nicholas Staines, no passado dia 12 de Dezembro, em Luanda, tal desempenho foi alcançado através da estabilidade das taxas de câmbio e da redução das taxas de juro, bem como pela restauração das reservas internacionais a um ritmo mais acelerado do que o esperado. Tais indicadores permitiram a estabilização financeira da economia angolana e uma apreciação claramente positiva do Fundo, face aos esforços desenvolvidos.

Apesar de este ser um trabalho contínuo e inacabado, Nicholas Staines salientou a consolidação fiscal alcançada pelo actual Executivo nos dois últimos anos, na sequência das medidas adoptadas para uma maior transparência e tributação das operações financeiras do sector petrolífero. O FMI saudou também as medidas tomadas no sentido de assegurar o equilíbrio das finanças públicas, permitindo assim, uma melhor avaliação dos programas e das políticas públicas.

Neste sentido, e de acordo com o vice-director do Fundo, Naoyuki Shinohara, “as autoridades angolanas merecem os cumprimentos pelo alto desempenho alcançado no quadro do Programa de Reforma e Estabilização apoiado pelo Fundo”.

Ficaram, deste modo, assinaladas as apreciações e recomendações do Conselho Executivo do FMI, no termo da quinta ronda de avaliações sobre o desempenho da economia angolana na sequência do empréstimo concedido a Angola, em Novembro de 2009. A nota positiva concedida à economia angolana assegura, assim, a continuidade do referido Programa com a libertação de uma nova tranche de crédito de 134,8 milhões de dólares.

Via | Casa Civil

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PR dá projecção a Província de Luanda e municípios de Belas, Viana, Cazenga, Cacuaco, Quissama, Icolo e Bengo

luanda-capital-de angola Luanda, uma cidade, várias histórias e sonhos

O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, assinou e mandou publicar ontem, no Diário da República, vários diplomas legais, entre os quais os Decretos Presidenciais que aprovam os estatutos orgânicos do Governo da Província de Luanda e dos municípios de Belas, Viana, Cazenga, Cacuaco, Quissama, Icolo e Bengo e Luanda, que agora também é município.

O Presidente José Eduardo dos Santos assinou ainda o Despacho Presidencial que determina que os titulares dos órgãos da Administração Local do Estado na Província de Luanda, assim como os vice-governadores e administradores adjuntos, continuem a exercer as funções interinamente, enquanto não forem nomeados os titulares definitivos dos cargos. Outros Decretos Presidenciais remetidos para publicação no Diário da República são os que cria a urbanização de Sequele, no município do Cacuaco, e o que estabelece o regime específico da sua organização e gestão.

O Presidente da República assinou ainda o Decreto Presidencial que estabelece o regime de taxas e licenças específicas aplicáveis no município de Luanda, informa uma nota da Secretaria para Assuntos de Comunicação Institucional e Imprensa do Presidente da República.

Sabias que